A rodovia SC-418, que corta a Serra Dona Francisca, é um exemplo claro do desafio de construir sobre solos tropicais. Em Joinville, a umidade relativa média de 78% e os mais de 2.300 mm de chuva anual transformam qualquer erro de dimensionamento de pavimento em trincas e afundamentos em poucos meses. Já vimos obras de loteamento no bairro Pirabeiraba paralisadas porque o subleito saturado não suportava a carga prevista. O ensaio CBR mede exatamente essa resistência. Com ele, determinamos a espessura real das camadas de base e sub-base. Evitamos superdimensionamento que estoura o orçamento. Evitamos subdimensionamento que condena o asfalto em dois verões. Em um projeto na zona industrial Norte, a correlação entre o CBR de campo e o ensaio CPT confirmou a variabilidade do solo residual de granulito-gnaisse, típico da região.
CBR baixo em Joinville não é apenas um número no relatório. É a garantia de que o pavimento vai bombear finos na primeira estação chuvosa.
Características do serviço em Joinville

Procedure video
Fatores críticos do terreno em Joinville
O equipamento de campo que levamos para Joinville é o combo prensa CBR mais cilindro de expansão. Não é um teste rápido. A imersão de quatro dias no laboratório simula a pior condição de saturação do subleito. O risco está em quem coleta amostras deformadas sem identificar o horizonte de solo mole. Um furo de sondagem pode atravessar 1,5 metro de argila siltosa com CBR 2% e o técnico desatento misturar com o solo residual competente da camada inferior. O resultado falseado indica CBR 10% onde há CBR 3%. A pista asfaltada trinca no primeiro ciclo de carga de caminhão. Outro risco comum é ignorar a sobrecarga de 4,5 kg no ensaio de expansão. Sem ela, a expansão medida é artificialmente alta e o projeto é condenado sem necessidade. Nosso laboratório segue a risca a imposição de sobrecarga conforme o peso do pavimento real.
Nossos serviços
Executamos o ensaio completo para cada segmento homogêneo do subleito. Não terceirizamos a compactação nem a imersão. Cada corpo de prova é moldado e rompido sob supervisão direta do nosso engenheiro responsável.
Ensaio CBR Completo com Expansão
Moldagem de 3 corpos de prova por ponto de amostragem, compactados na energia Proctor especificada. Imersão de 96 horas com leitura diária de expansão. Ruptura na prensa para curva pressão-penetração.
Estudo de Subleito para Projeto de Pavimentação
Coleta de amostras indeformadas e deformadas ao longo do greide. Classificação MCT expedita. Relatório com CBR de projeto, expansão e espessura mínima de pavimento pelo método DNIT.
Controle Tecnológico de Compactação de Aterro
Verificação de camadas compactadas com ensaio de densidade in situ e coleta de amostras para CBR de aterro. Garantia de homogeneidade e capacidade de suporte do corpo estradal executado.
Perguntas mais comuns
Qual o custo médio de um estudo CBR para pavimentação em Joinville?
O preço final depende do número de furos e da extensão da via.
Quantos pontos de coleta de amostra são necessários para uma rua de 500 metros?
A prática recomendada pelo DNIT é um ponto a cada 100 a 200 metros lineares, alternando bordo esquerdo, eixo e bordo direito. Para 500 metros, são no mínimo 3 pontos. Se houver variação visual do solo, aumentamos a densidade de amostragem.
O ensaio CBR substitui a sondagem SPT no projeto viário?
Não. O SPT fornece a estratigrafia e a resistência à penetração em profundidade. O CBR avalia a capacidade de suporte do subleito superficial. Ambos são complementares e exigidos em projetos de maior porte.
Em quanto tempo fica pronto o relatório de CBR depois da coleta?
A imersão dos corpos de prova dura 4 dias. Após a ruptura, o relatório com curvas de compactação, CBR e expansão fica pronto em até 3 dias úteis. O prazo total, da coleta à entrega, é de aproximadamente 10 dias corridos.